A historinha do dia é, na verdade, a historinha de meus primos. Não apenas do Paulinho e da Bia, que são os heróis da 'Casa dos mil cachorros', mas também do Anderson, primo do Paulinho que estava sempre por lá e que também deve ter crescido amando os bichos ( e aí, Elaine, você também é louca por cachorro como nós? :-) ), e da Carlinha, do Julinho, da Dani, do Fê, da Katinha, da Rá, da Jubileu... Enfim, da minha família - incluindo aqui muitos amigos queridos - que, como eu, é louca por cachorros e não suporta ver animais sendo maltratados. Espero que vocês curtam. Com vocês, a historinha do dia.

Mil beijos e bons sonhos.



A casa dos mil cachorros


Quando nasceu, Paulo José, como todos os outros bebês, não sabia muita coisa do mundo. E, como todos os outros bebês, foi aprendendo, aos poucos, o que são as coisas que existem por aí. E o mundinho de todos os bebêzinhos é bem parecido: tem mamãe, tem fraldinha, tem leitinho, tem colinho e muito carinho. Só que, na casa do Paulinho, tinha também mais uma coisa. Uma coisa que nem toda casa de bebê tem. Tinha um montão de cachorros!


Conforme Paulinho crescia, os cachorros cresciam juntos. Algumas cadelas davam cria, e nascia mais um tanto de filhotinhos. Para o menino, o mundo era isso: latidos e brincadeira, do despertar ao adormecer.


Paulinho tinha uma família enorme, cheia de primos, que moravam longe e não tinham cachorros. Por isso, quando seus primos apareciam, a farra era tremenda: um bando de crianças gritando e correndo atrás dos cães – que, por sua vez, faziam uma bagunça ainda maior! As tias do Paulinho, por outro lado, nem queriam saber dos bichos e se espremiam no sofá assustadas com a algazarra.


E assim, os anos foram passando e Paulinho cresceu. Alguns cachorros ainda estavam ao seu lado, outros já haviam partido. E ele continuava amando a todos da mesma forma. Mas, agora que já era adulto, percebia que muitas pessoas não partilhavam deste amor e maltratavam os animais. Isto o deixava muito, muito triste. Então, Paulinho tomou uma decisão: ajudaria tantos cãezinhos quanto fosse possível.


A batalha de Paulinho era árdua. Para cada cachorrinho maltrapilho que ele encontrava e cuidava, surgiam vários outros em igual ou pior situação. Ele sabia que não daria conta de tudo sozinho, mas não desistia de seu intento.


Do alto de uma nuvem, havia quem observasse a luta de Paulinho pelo bem-estar dos animais. E foi assim, que, numa tarde, São Francisco decidiu que Paulinho já não deveria mais lutar sozinho. E colocou a Bia em seu caminho.


Hoje em dia, Bia e Paulinho continuam na sua guerra contra os maus-tratos aos cachorros. Adotam cachorros de rua, alimentam-nos, dão-lhes remédios e muito carinho. Sabem que continuarão lutando até o fim de seus dias, pois para cada cahorro que eles acolhem, cinco são despejados em outro lugar. Mas não se queixam. Sua casa amanhece e adormece ao som dos latidos. E está sempre cercada de muito amor!





Vamos ajudar o Paulinho e a Bia na batalha contra os maus-tratos, amiguinhos? Cachorro é amigo, é para ser tratado com respeito e carinho. Nunca faça maldades aos animais, sejam eles cahorros ou não. Façamos do mundo um lugar mais bacana, onde animais e pessoas vivam em harmonia e com muito amor uns pelos outros.

2 comentários:

Maria Silvia Oliveira disse...

Que BLOG mais lindo!!Parabénsssssssss

Elaine disse...

Dadá,Poxa obrigada por nos brindar com essas lindas historinhas, agradecemos por lembrar de nós, e sim gosto de cachorros e de todos os animais que merecem respeito e amor, vc é muito atenciosa e carinhosa com todos e muito inteligente, que Deus abençõe vc e toda a sua família. Parabéns muitas felicidades!!! Feliz Páscoa.
Ps: Beijinhos no Davi, vcs estão convidados para o batizado do Arthur e seu aniversário do primeiro aninho( será em Agosto). Bjs. Elaine, Arthure Anderson

Postar um comentário